Archive for maio, 2011

Reunião do Ação Jovem dia 28/05

terça-feira, 31 maio, 2011

A paz, povo de Deus. Último domingo do mês (28/05), é dia de grupo de oração no Ação Jovem. Louvamos o Senhor, refletimos a palavra e podemos nos aproximar um pouquinho mais do Pai através da adoração. Quanta graça derramada de domingo a domingo.

No momento do perdão o Jean, um dos coordenadores do projeto Ação Jovem e vocacionado da Comunidade Vida Missão clama a misericórdia de Deus conosco pelos momentos que nós somos inferno e não nos permitimos ser céu para o irmão e nem para nós mesmo. Nos lembrou que o amor de Deus é grandioso e livre de toda e qualquer imperfeição, e que a misericórdia Dele é infinita.

Nosso irmão de Comunidade Rafael, também coordenador do projeto e membro aspirante da Comunidade, antes de comentar a palavra diz que traz uma notícia triste para nós e essa notícia está em Lucas 22, 31-34:

“Simão, Simão! Olhe que Satanás pediu permissão para peneirar vocês como trigo. Eu, porém, rezei por vocês, para que a sua fé não desfaleça. E você, quando tiver voltado para mim, fortaleça os seus irmãos.” Mas Simão falou: “Senhor, contigo estou pronto para ir até mesmo para a prisão e para a morte!” Jesus, porém, respondeu: “Pedro, eu lhe digo que hoje, antes que o galo cante, três vezes você negará que me conhece.”

A triste notícia é que o demônio quer nos peneirar e pede permissão para nós e muitas vezes permitimos que ele faça isso. Rafael comentou que quando o demônio tentou peneirar a vida dele foi Jesus que o tirou da peneira através da misericórdia. Quando entramos na peneira e permitimos passar por ela é quando estamos distantes de Deus, e esse é o momento em que Satanás se aproveita de nós, quando nos alimentamos apenas de nossas próprias opiniões e nos voltamos para as coisas do mundo, vivendo apenas o EU gosto, EU quero e EU sei.

Em contra partida a triste notícia, podemos ver que enquanto Satanás tenta nos peneirar, Jesus é aquele que reza e intercede por nós, provando mais uma vez sua misericórdia infinita. Mas quantas vezes assumimos a posição de Pedro e negamos Jesus?! Quando o mundo nos coloca na parede não assumimos que estamos com Cristo, e mesmo assim Ele nos perdoa e nos chama de novo para perto Dele.

Para evitar que sejamos tratados como o trigo e peneirados devemos perder toda autoconfiança, pois nós, na condição de homens vamos cair e devemos enxergar tudo aquilo que hoje conseguimos ser pela graça de Deus, permitindo que ele seja o autor de toda obra em nossas vidas.

Em um momento de cura, quebra de barreiras e muitas bênçãos podemos experimentar do amor de Jesus na adoração, mais uma vez muitas Graças derramadas no Ação Jovem. #chuva de graças.  E como diz um amigo meu e irmão de Comunidade “cada vez mais quero ser Santo”, me despeço desejando isso a vocês, a vontade de a cada dia mais viver a santidade.

Um abraço fraterno.

Amanda Leal, Vocacionada da Vida Missão.

Minha experiência com Deus, testemunho de fé e vida.

terça-feira, 10 maio, 2011

Quem sou? Sou uma mulher que Ama ao Pai, cristã, católica, filha de Maria, Mãe, esposa, dona de casa, profissional e por aí vai. Sou como tantas outras.

Meu testemunho de fé e vida, porém, se reporta a escolha que fiz ainda pequena: ser cristã e católica. Amar a Deus , respeitar os mandamentos, ser fiel, pelo menos buscar isso incessantemente, foram escolhas que vieram agregadas ao meu destino.

Penso que Deus me escolheu ainda no ventre de minha mãe, pois desde pequena me sinto protegida por ele, numa convivência íntima e muito pessoal. Mais tarde, já quando caminhava para a maturidade pude perceber que essa intimidade se estende a Nossa Senhora e a São José,  a quem peço sempre que adote minha família também para ajudar-nos a sermos santos, pelo menos caminharmos nesse sentido.

Pois bem. Meu testemunho: Nasci em um lar que era praticante do espiritismo de Kardec. A família de meu pai há décadas, muitas, vem praticando o espiritismo, com cultos domésticos, presença em centros, etc. Minha mãe como a regra daqueles que se casavam em seu tempo, após o casamento seguiu a fé de seu esposo. Nesse lar nasci. Terceiro filho, sendo a única menina, fruto de um casamento infeliz, com pessoas diferentes que não conseguiram   realmente viver o matrimônio. Meu pai  apesar de ser um homem honesto, dedicado ao lar, cumpridor de seus deveres de pai não conseguiu ser um bom marido, foi infiel do início ao fim do casamento. Minha mãe,  que era muito nova ao casar, passou a conviver com a família do marido, praticar ou pelo menos fingir que praticava a fé deles, tornou-se uma dona de casa exemplar, mãe dedicada, mas esposa infeliz. Assim, viveram por dezoito anos até que a separação aconteceu, infelizmente, mas dando a alforria que tanto precisavam, depois de tantos anos de desgaste psíquico e emocional.

Criada nesse lar, ainda muito pequena, não desejava aquela “religião”, não encontrava o papai do céu ali naqueles cultos, sessões, etc.  Minha mãe por sua vez sempre que tinha oportunidade ia a igreja católica e me levava, oportunidades em que  me encantava com as missas, casamentos, batizados e primeira comunhões  que assistia. Assim que cresci um pouquinho passei a frequentar uma, que a época ainda era a Paróquia de Nossa Senhora da  Abadia, hoje Santuário de Nossa Senhora da Abadia. Logo, aos dez anos de idade, ano em que meus pais se separavam, entrei na catequese e sem entender bem passei a desfrutar de uma intimidade ainda maior com Deus. Sempre me reportei a Deus como  alguém presente, ali do meu lado, perto, muito perto.

Depois minha vida foi uma sucessão de erros, acertos, problemas, soluções como a de todos nós. Eu porém, na minha intimidade com Deus e com a Igreja Católica não me desvirtuava de minha certeza, ali era meu lugar, Deus era e é meu refúgio e fortaleza e Nossa Senhora o exemplo de mulher  e ser humano que um dia desejo ser.

Aos trinta anos tive outro encontro  com Deus, e dessa vez Maria veio pessoalmente me resgatar do inferno do mundo. Estava passando por uma séria crise pessoal e em meu casamento, meus três primeiros filhos ainda pequenos, uma situação   financeira completamente desestabilizada , uma marido infiel, meu pai envolvido com seu quarto casamento, meus irmãos  com suas vidas pessoais, numa busca desenfreada pelo sucesso e por dinheiro e minha mãe, como Julgadora  titular da minha vida, pronta a me lembrar sempre e a todo momento dos meus defeitos e erros. Não era absolutamente o que podemos  chamar de um bom momento! Eu, particularmente havia desistido de viver, passava o dia pensando em como seria mais fácil desistir de tudo e de todos e me envergonhava disso diante de minhas conversas com Deus. Olhava para meus filhos pequenos e via meu mundo desabar. As dificuldades eram muito grandes e a minha fé estava abalada, sem luz, sem entusiasmo. Ainda assim, não deixava de ir a missa todos os domingos, levando meus filhos comigo  e clamava ao Pai para não me abandonar. Ele era meu único refúgio e certeza. Só  nele via saída, faltava força para entender  a resposta, mas eu sabia que havia.

Importante fazer uma pausa para consignar  que meus filhos nasceram e são criados ao pé da Cruz. Peço a eles que Deus esteja sempre em primeiro lugar na suas vidas, que entreguem-se a bondade e a misericórdia dele, confiando, crendo  e merecendo-a. São realmente filhos de Deus, e sei que não faço mais do que ter tido a honra de ser veículo para que o Pai pudesse  trazê-los ao mundo para que vivam a vida que lhes reservou, com suas graças, bênçãos e santidade.  Também são seres humanos conscientes que possuem uma obrigação de fidelidade e amor a Deus e ao próximo, e que devem cultivar valores verdadeiros e não mundanos, bem como sabem da importância de seus exemplos e atitudes como ser  cristão, católico e social.

Sei que foi a fidelidade a Deus que me tirou do fundo do poço onde fui deixada pela vida, pelas pessoas, pelo mundo. Num encontro muito próximo com Deus, e numa experiência pessoal com Maria pude ver minha força ressurgida no auge dos meus problemas, quando entreguei a  vida, adormeci, literalmente, como a última das mulheres e acordei como uma filha predileta de Deus, forte, cheia de esperança, com muita vontade de vencer e viver. Digo          que foi o sono da nova vida. Naquele dia venci o mau, e depois disso, não posso dizer que a vida seja fácil.  Fácil não é, mas é vida. Vida difícil, cheia de batalhas espirituais, materiais, pessoais, familiares. A diferença são as armas que hoje uso, minha fé e entrega a Deus e ao que determina para minha vida e  dos meus. Pertenço a Deus, tenho essa certeza,  pronto. Peço a ele as providências, a luz para as escolhas, os caminhos, a capacitação, a paciência e a persistência necessária para dominar os deveres para com o mundo material.

Mais ainda, quando as coisas estão difíceis demais, sejam elas de natureza pessoal, profissional, familiar, financeira, costumo tomar um café com Jesus. É isso, paro tudo, chamo ele numa conversa pessoal e lhe digo: -Pai, o Senhor tem grandes problemas,  hein! Me ajuda a ser veículo para resolvê-los, me aquiete o coração, acalma a minha alma e me mostre o que fazer, se preciso fazer algo, como agir, ou se é necessário ficar quieta. Peço a ele direção.

Aprendi  com umas palavras que ouvi do Padre Jonas Abbib e da Luzia Santiago, a pedir a Deus nesses momentos difíceis para ser como Maria, que deixou-nos o exemplo de  silêncio, trabalho e oração.

Sei da minha pequenez como ser humano, do quanto somos suscetíveis, pecadores, mas não me entrego a isso. Decidi  cumprir com fidelidade o papel que Deus me deu como mãe, esposa, profissional, cristã e tenho me esforçado para isso. Às vezes me questionava da minha pouca dedicação a Igreja, a presença nas missas, os grupos de orações, mas aprendi a fazer das minhas limitações um exercício de paciência, vou entregando tudo a Deus,  suplicando para que ele me capacite e me conduza a melhorar em tudo.  Sei que a cada dia posso melhorar algo, vou devagar  mas vou.

Se Deus me escolheu e tenho certeza disso, também eu o escolhi. Ainda pequena fiz uso do livre arbítrio dado a nós, seres humano, e escolhi ser dele. Assim quero viver e morrer, nos seus braços, debaixo do seu manto e da sua misericórdia. Creio nisso.

Ituiutaba-MG, 09 de maio de 2011.

Dr. Nívea Fernandes de Lima Machado.

Advogada e mãe de participantes do Projeto Ação Jovem

Reunião do dia 08/05/2011

segunda-feira, 9 maio, 2011

Olá, povo de Deus. Nesse domingo (08/05) uma reunião toda especial dedicada a Maria, conduzida pela Carol, que é membro consagrada da Comunidade Vida Missão e faz parte do núcleo de coordenação do Projeto Ação Jovem aconteceu no Instituto Vida Missão.

Seguindo o espírito de dia das mães pensamos um pouquinho sobre a vocação de ser mãe, que tantas vezes morre para si mesma e doa-se totalmente ao filho, maior exemplo é a nossa Mãezinha do Céu a mãe perfeita e sem mancha. A palavra que refletimos foi Lucas 1, 39-55, em que Maria visita sua prima Isabel. Percebemos a prontidão de Maria em servir e doar-se, a prontidão e obediência. Com essas palavras, nossa irmã Carol fez referência a algo que ela sentiu que Deus estava incomodando durante esses dias, que é SINTOMA DE SANTIDADE, prontidão em ser tocha e doar-se ao próximo. Maria nos envolve com sua forma acolhedora, o chamado a acolhida, uma acolhida verdadeira. Ela tão cheia do Espírito Santo que não se cabe mais nela e  se derrama ao próximo, “Quando Isabel ouviu a saudação de Maria, a criança se agitou no seu ventre, e Isabel ficou cheia do Espírito Santo”. Nesse momento Isabel elevou Nossa Senhora ao céu e ela, humilde e singela, glorifica a Deus e não a si mesma no cântico.

Durante nosso cenáculo, que é semanal, Maria vem falando muito conosco a respeito da consagração e a partir daí qualquer coisa que se faça, nada é mérito nosso. É do homem querer ser reconhecido e aplaudido, uma música que retrata bem a vontade de deixar Deus ser elevado e reconhecido diante uma situação é Tua graça me basta – Ministério Toque no Altar, Quando somos humilhados e silenciamos agimos como Nossa Senhora, ela com todo seu poder e santidade permaneceu oculta, silenciando e ressaltando, então, a face de Cristo. Maria como exemplo de mulher humilde. Nós (na condição de homens) não somos capazes e dignos por mais que façamos o correto aos olhos de Deus. São Luiz Maria, no Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem diz que se Deus permitisse que soubéssemos o quanto somos incapazes e pecadores tiraríamos a vida e ainda fala que quanto mais desprezados somos, maior é a coroa de pérolas. E assim elevamos Jesus e Maria ao céu.

Durante a reunião, a Carol também comentou algo que ela chegou à conclusão, de que não existe eleição, quando pensamos que alguém é santo e outro não é. A santidade está em todos, cabe a cada um vive-la ou não, todos são eleitos.

Que possamos aproveitar esse tempo de graça, silenciando diante das situações em que o mundo pediria que você gritasse. Espelhando-se em Maria que possamos segui-la como exemplo de mãe pura, serena e singela. E que diante das diversas situações da nossa vida que possamos recorrer a ela, nossa Mãezinha do Céu.

Amanda Leal – Vocacionada da Com. Vida Missão

Cenáculo na casa do Hugo 03/05/2011

quarta-feira, 4 maio, 2011

Foi ótimo, Deus trabalhou muito!