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Esperança – Por Fabíola Araújo

quarta-feira, 1 junho, 2011

Esperança gramaticalmente possui vários significados, mas o que mais se enquadra nos sentido real da palavra é “Fé em conseguir o que se deseja.” Mas atualmente a esperança não tem sido um dos sentimentos mais cultivados nas pessoas, tampouco a fé. Pois a cada dia estamos nos entregando aos tropeços da vida e acreditando que ter a confiança, digo até a certeza de que algo vai dar certo é bobagem, porque a vida é incerta, temos é que deixar ela nos levar. De fato a vida é incerta para nós, humanos. Mas para aquele que sabe que e a vida é dirigida pelo melhor motorista que se pode ter que é Deus, os mais iluminados faróis que é o Espírito Santo, o melhor amigo que é Jesus e com a intercessão de nossa Mãezinha do Céu, Maria, não se falta confiança e esperança por mais que tudo pareça difícil e a até mesmo impossível.

É triste ver o quanto estamos nos esquecendo da presença viva de Deus nas nossas vidas e mais triste ainda é ver as consequências que esse “esquecimento” está causando. Pois afirmamos que somos perdedores que tudo é impossível inclusive os nossos sonhos. Mas pior ainda é o não reconhecimento da ação Divina, achamos que tudo o que conquistamos é mérito nosso ou um simples acaso da vida já que somos incentivados a não confiar, a não esperar em nada. Nem em nós e nem em nosso Senhor. Pois “tinha que acontecer mesmo” é o que mais se diz quando as coisas dão certo ou errado. As pessoas estão se tornando apáticas. Cadê a fé? A alegria da Ressureição de Jesus? A espera do novo? A alegria da nossa juventude? Somos ensinados que tudo é força do acaso. Ter total esperança e confiança é coisa de idealista, poeta e até mesmo de fanático religioso. E é por isso que vemos cada dia mais jovens, em especial, sem expectativas, sem grandes sonhos e tantos suicídios acontecendo porque esquecem que todos nós recebemos dons maravilhosos de Deus entre eles o maior que é a nossa vida, a nossa grande herança. E a felicidade eterna conquistada a preço do sangue de Jesus. E buscamos tanto a felicidade em coisas que esquecemos que sempre a teremos se estivermos ao lado Dele.

Temos que espera em Deus e em nós mesmos e não se abater por mais difícil que pareça a vida, pois o fato de tê-la já deve suscitar em nós a esperança máxima e a vontade de lutar incessantemente pela vida, pelo Amor. E transformaremos todos os momentos, mesmo os de dores em superação e testemunho de Cristo. Lutar pelos sonhos que se tem é graça de Deus e é importante sempre manter acesa a chama da fé, da esperança, do Amor Eterno que nunca se apaga e confiantes nesse Amor esperarmos mesmo nas demoras do Senhor.

Fabíola Araújo

Participante do Projeto Ação Jovem

A esperança por menor que seja, emana a grandeza do novo.

Ser luz no mundo…

quarta-feira, 2 setembro, 2009

vela-apagada

    “Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder uma cidade situada sobre uma montanha nem se acende uma luz para colocá-la debaixo do alqueire, mas sim para colocá-la sobre o candeeiro, a fim de que brilhe a todos os que estão em casa. Assim, brilhe vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem vosso Pai que está nos céus.” Mt. (5, 14;16)

   Diante destas palavras que Jesus disse, reflito, comparando o mundo de hoje com uma vela apaga, que não gera luz e não brilha. Posso dizer sem duvida nenhuma que os problemas atuais deste  mundo são reflexos da falta de uma luz maior, que e Deus no coração do homem, não por culpa Dele, mais sim exclusivamente nossa, pois nos fechamos numa mórbida complacência de nos mesmos, e somos chamados por Deus a refletir essa luz. Luz que não se compra, luz que não se vende, somente se repassa, essa luz e fruto de um amor que sempre existiu e continuará existindo.
   Fico perplexo com tantas destruições, guerras, doenças e desastres climáticos e te pergunto: Se soubéssemos o valor de um matrimonio, será que existiria a AIDS? Se os homens fossem como São Francisco será que morreriam tantas pessoas com a pobreza? Será que se o eu amasse o meu irmão verdadeiramente, existiria a guerra? E sobre as pandemias? Se parássemos de criar produtos químicos para um bem superficial seriamos mais sadios para combater algo tão preocupante? E se eu amasse meus filhos e preocupasse com eles, será que o mundo não seria melhor? Onde estamos amando? E quando?
   Hoje pensamos em trabalhar para comer, para comprar uma casa, um carro e tantas outras coisas, não condeno isso, mas esquecemos de amar aqueles que estão ao nosso redor, nossos amigos, nossos filhos e principalmente nossos pais, pela falta de nosso tempo.
   A “responsabilidade de amar” nossos pais é de nós mesmos, seus filhos, não de “estranhos” nos lares de idosos espalhados pelo mundo, pois vejo isso como ingratidão da parte desses filhos, que não querem seus “velhos” pais “babando” na sua casa, desculpem a palavra mais isso e ridículo, esse mesmo “babão” foi quem te amou, cuidou, trocou suas fraldas “fedidas”, que te ensinou a andar de bicicleta, foi esse mesmo “velho” também que te levou no hospital ou então quem sabe  até ele mesmo te curou de alguma enfermidade.
    Na realidade somos ingratos com todos, não só com nossos pais, mas com a humanidade, pois quando jogamos lixo na rua, comida fora ou cortamos uma arvore, estamos nem ai com ninguém, principalmente com nossos futuros filhos, não quero ser chamado de Ambientalista, longe de mim isso, mas sim realista, o mundo esta numa perfeita bagunça, e a culpa e nossa, toda nossa e de todos nós, sim a culpa e minha também. Pois veja bem, da mesma forma que o evangelho diz “nem se acende uma luz para colocá-la debaixo do alqueire” devemos olhar para o mundo em questão. Não adianta nada eu selecionar o lixo, se não convenço o meu vizinho a fazer o mesmo, e da mesma forma, não resolve se somente eu tirar os focos de dengue no meu quintal se não mobilizo o meu bairro a também fazer isso. Essas atitudes não e o governo que deve tomar, mas sim ajudar, o problema e nosso e a solução só pode vir de nós mesmos.
   Na nossa família não e diferente, não me adianta sentir o amor de Deus e não amar o meu irmão em casa, o meu pai, a minha mãe, enfim, não adianta continuarmos com essa mente pequena do “Eu posso, eu dou conta”, não, chega, temos que colocar no nosso coração “nós podemos!”.
   E refletindo sobre isso, partilho com você que dias atrás fui convidado a  pregar em um grupo de Jovem Novo de Ituiutaba o JUVAM, e lá Deus me inspirava a dizer que também não adianta sermos luz, brilhar, mas não incendiar outros corações, porque da mesma forma que e fácil de se apagar uma vela solitária, é de esfriar nosso coração que muitas vezes esta sozinho também, engano seu se você acha que da conta de fazer algo sozinho, e de sustentar sua fé desta forma, pois qualquer “ventinho” apagara esse fogo que Deus estava tentando colocar no seu coração, mas, porém, convido você incendiar a sua casa e seus amigos, enfim o mundo, pois quando isso acontecer, não a vento que apague esse “fogaréu” que Deus acenderá em nossas vidas e em nossas famílias.

E ai, topa encandear esse mundão a fora, todos juntos?

Um abraço fraterno,
Róger Lacerda
Membro da Com. Vida Missão
Coordenador do Projeto Ação Jovem
Apresentador do Programa Conexão Jovem